06/06/2022

Bem-vindos ao Éden: O que eu achei?



Olá amores, tudo bem?

Mês passado chegou na Netflix a série Bem-vindos ao Éden, uma história que conseguiu me prender do início ao fim e me fez surtar com o final.

Em Bem-vindos ao Éden vamos conhecer um grupo de jovens que foi convidado para uma festa em uma ilha secreta, patrocinada por uma marca de bebidas. Todos os jovens foram escolhidos através de suas interações nas redes sociais, mas apenas cinco deles terão a oportunidade de experimentar a bebida. 


Os escolhidos para tomar a bebida em primeira mão são: Zoa, Charly, Ibón, África e Aldo. O convite para a festa era individual, mas Zoa acabou levando com sua melhor amiga, Judith. 
Logo depois de experimentarem a bebida, a noite vira uma bagunça para eles, que acordam na manhã seguinte e percebem que o barco foi embora, deixando-os na ilha.

É assim que eles descobrem que a ilha é, na verdade, uma comunidade autossustentável, comandada por Astrid e Erick. Aparentemente, o lugar é perfeito, porém, quanto mais ficam no lugar, mais eles lidam com a verdade de que tem muita coisa oculta.


O primeiro episódio dessa série conseguiu me prender e me fazer surtar completamente, quando vi não conseguia deixar a série de lado e devorei toda de uma vez. Trazendo cenas de morte logo no início, temos que nos despedir de personagens de cara.

Não consegui engolir a Astrid, pois ela tem uma cara de sonsa, que me faz querer bater nela. Além de que, claramente, nem tudo é bonito como ela pinta. Ela e o marido fazem tudo em benefício próprio, sem dúvida.


O mais bacana nessa série é que as histórias de vários personagens são desenvolvidas. A Zoa tem problemas familiares, vivendo praticamente com sua irmã, Gabi, de quem cuida. A África é uma cantora que já passou por situações difíceis na vida. Ibón vive brigando com o pai, que deseja fazê-lo seguir uma profissão que não deseja. E Charly carrega uma culpa desde a infância, que o impossibilita de ter uma boa relação familiar.

Além disso, muito romance também está presente na série, com vários personagens se envolvendo. Uma das coisas que gostei foi do fato de trazerem representatividade trans de forma natural, assim como um casal sáfico.



Todo o enredo é pautado por cenas de ação e mistério. A primeira temporada chega ao fim, mas ficamos sem várias respostas importantes. Já criei um milhão de teorias, mas tenho quase certeza que errei em todas. Só digo algo: PRECISO DA SEGUNDA TEMPORADA PARA ONTEM!

Sério, confiram essa série, vale muito a pena! Já assistiram? Se sim, gostaram?


6 comentários:

  1. Ainda não assisti a série, mas achei interessante,parece ser boa anotado aqui a dica bjs.

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  2. Caramba! Eu amo esse tipo de série. Fiquei fascinada com dark, vc assistiu? Com certeza vou assistir essa, só espero que tenha continuação senão vamos ficar sofrendo hehehehehe

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  3. Oi!
    Eu já ouvi falar mais ainda não assisti, parece ser bem interessante 🙂

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  4. Oi Alice, tudo bem? Concordo com você. Comecei a assistir a série e quando percebi estava no terceiro ou quarto episódio. Fiquei bem curiosa para saber o que vem a seguir. Também me chamou atenção a maneira como os candidatos foram escolhidos, a questão das câmeras e também eles não terem nenhum contato com o exterior. A fotografia está incrível. Um abraço, Érika =^.^=

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  5. Bom demais quando uma série cativa tanto que ficamos na ansia pela próxima temporada
    Abraços,
    Alécia, do Blog ArroJada Mix

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  6. uau, nunca assisti, mas depois da sua resenha fiquei muito interessada, adorei

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Alice Martins

Oiie! Sou a Alice, tenho 26 anos e sou Mestra em Engenharia de Produção. Leio todos os gêneros literários, mas tenho um apego pelo romance e pelo suspense. Sou viciada em música, série e açaí. Atualmente, trabalho com revisão literária e tenho um podcast com uma amiga. Me acompanhem nas redes e venham compartilhar amor comigo!




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