Olá amores, tudo bem?

Esta semana estou querendo publicar resenha todos os dias, então fiquem ligadinhos aqui no blog e acompanhem as novidades. 
Para começar, venho trazer a resenha de uma fantasia que me surpreendeu positivamente e que me deixou bem satisfeita. 

A Saga Gorjam: Nas Terras de Ákia
Autor: Roberto Albuquerque Santos
Páginas: 618
Editora: PoloBooks
Onde Comprar: Amazon (e-book)
Nota: 💙💙💙💙
SINOPSE: Considerados por muito tempo apenas uma lenda ou um conto, os Gorjans, criaturas existentes antes dos humanos habitarem a terra, são forçados a deixarem grutas, vales e cavernas, para enfrentarem duas ameaças que podem leva-los a extinção: Sucã, uma Sacerdotisa Gorjam que extermina sua própria espécie para agradar a Grande Serpente, e Lokar, Soberano conquistador proveniente dalém das águas do Grande Mar, que surge em busca de vingança à seu ancestral, Jantof, um dos primeiros humanos a chegar na região, quando Ákia era apenas o nome do maior de todos os Gorjans.
Envolto nesta trama, o Gorjam Nemaim, descendente de Ákia, junto com as jovens humanas, Franes, Barneq e Nira, além de Lamel e seu falcão, entre tantos outros personagens não menos importantes, exemplo disto é Kiara, Princesa de Carcondes, protagonizam conflitos que vão além de seus próprios interesses, proporcionando, drama, humor, lágrimas, tensão, paixão, sangue, traição, guerras, enfim, tudo o que o convívio entre humanos e humanos, humanos e Gorjans e Gorjans e Gorjans, possam oferecer para a sobrevivência de uma das espécies, ou até mesmo das duas, se puderem.
Depois de uma inundação que devastou a Terra, apenas alguns reinos mativeram-se em pé. Todos eles estavam ao redor de Ákia, que era o Centro dos soberanos e sempre foi alvo de invasões, mas o seu soberano Menaque sempre teve boas relações com seus vizinhos.
Menaque é pai de Cotã, Nira e Lamel. O último é o mais aventureiro, não se importando muito com o futuro do trono, pois sabe que não está em suas mãos. Cotã é um jovem que tenta seguir os passos do pai e Nira é uma moça destemida, que preza a sua família.

Ákia está no centro e todos os reinos ao seu redor fazem parte do Cinturão de Ákia, e muitos desejam derrubar o Cinturão e conquistar a soberania do local.
Ao norte de Ákia está Asilé, que tem como soberano Messa, e são um pouco conhecidos por seus escudos e espadas. Ele e sua esposa Fená não foram abençoados por filhos, sendo isto uma grande frustração para ambos. Fená não é uma habitante de Asilé legítima, Messa a conheceu em uma de suas viagens e quando partiu a levou com ele. Ele fingiram que Fená era de Asilé, pois só uma habitante legítima poderia casar com seu futuro comandante. 
Fená tem como sua ama a jovem Suna, que desde muito cedo está ao lado de Fená, sempre lhe dando ânimo e reafirmando o amor de seu soberano por ela. Fená sabe que se for do desejo de Messa, ele pode deixá-la para ficar com uma mulher que lhe proporcione um herdeiro/herdeira.

Zelá fica ao sul de Ákia e é comandada por Balil, um povo conhecido por sua agilidade com arco e flecha. O homem é pai de Jemá e Franes. A jovem Franes está prometida a um dos guerreiros de Zelá, Trity, mas ela não sente nada por ele. 

Ao leste de Ákia fica Dumé, comandada por Samis, que possui um conflito com Menaque, o último foi acusado de matar o pai de Samis, o antigo soberano alguns anos atrás. Desde então, Samis nutre um ódio por ele e deseja acabar com a sua soberania e com Ákia. Dumé é conhecida pelos seus guerreiros de areia ou do fogo.
Samis é pai de Barneq, uma jovem que não encanta pela sua beleza, mas que tem tiradas ótimas. Ela sempre esteve ao lado pai e aprendeu a se defender com armas.

Carcodes, fica ao oeste de Ákia e seu soberano é Nok. Ele ficou viúvo em um ataque ao castelo planejado pelos Meriotes alguns anos atrás. O homem tem como filha a bela Kiara, uma jovem que deixa todos encantados onde passa, tendo inúmeros candidatos. 
Carcodes é conhecida pelas suas terras ricas em ouro e prata.
"A solidão, portanto, pode ser atributo de quem vive acompanhado com pessoas pu espécies que insistem, conscientes ou não, em fazer o outro sentir-se só; isso é solidão"
Meriotes é uma tribo montanhesa comandada por Gresys. O homem, inclusive, foi procurado por Samis para se aliar em uma possível guerra. Gresys possui escravos em uma mina nas montanhas, que trabalham para ele. É conhecido por não ter clemência e sempre procurar o que vai lhe proporcionar mais lucros ou vantagens.

As coisas no Cinturão de Ákia não estão muito boas. Eles estão para ser atacada por Lokar e Azelom, respectivos soberanos de Nantel e Manson, eles querem tomar o Cinturão de Ákia e se tornarem os novos soberanos. Ambos são das águas depois do Grande Mar e planejam atacar o lugar por vários lugares, Lokar vai invadir Carcondes e Azelom vai invadir Zelá, depois ambos partem para Ákia, já Dumé pode se tornar um aliado, visto o desejo de vingança de Samis.

Enquanto o ataque está sendo planejado para o Cinturão, Lamel em uma das suas andanças pelos arredores da floresta do palácio acaba encontrando uma bela jovem. Ela acaba-o prendendo-o e ele por achar se tratar de uma espião, não revela sua verdadeira identidade. Na verdade, a bela jovem é Franes, filha do soberano de Zelá.

Logo depois de descobrir os planos de ataque contra o Cinturão de Ákia, Lamel acredita piamente que a jovem era realmente uma espiã e sai para procurá-la. Só que ele acaba se perdendo na floresta e caindo no Rio, na divisa com Zelá. Ele é salvo por Jemá, mas perdeu a memória e não lembra quem ele é. Lamel é levado por Jemá que cuida dele, e Franes fica feliz em rever o homem que encontrou nas florestas.

Enquanto isso, em Ákia, todos já dão o príncipe por morto e sua mãe, Délia, sofre com a perda.
Nira, quando sai para procurar o irmão, pois já não aguenta a saudade e a dor de sua mãe, acaba se deparando com Nemaim o líder dos Gorjans, criaturas que todos achavam que eram apenas lendas. Os Gorjans são considerados monstros e fazem parte de lendas, ninguém jamais os tinha visto e não imaginavam que eles pudessem existir de verdade.
"Amor? Não há amor quando se trata de dignificar a honra"
Com a guerra chegando ao Cinturão de Ákia e os reinos sendo invadidos, a princesa Barneq foge por não achar correto o que seu pai está fazendo. Já Franes foge para proteger a si mesma, a jovem acha que Lamel era um espião de Lokar.
Assim, as duas princesas Barneq e Franes também acabam na floresta e ficam em poder dos Gorjans.

Os Gorjans são diferentes de tudo que as 3 jovens já haviam presenciados. Eles possuem aparência horrível e parecem não ter sentimentos ou conhecer muito sobre a vida humana. Mas, alguns gorjans não são assim e parecem se assemelhar aos humanos, são eles: Nemaim, o líder do Vale dos Gorjans; Larmú, a companheira dele; e Minuha, a filha dos dois. 
O povo Gorjam não entendem porque o seu líder levou humanas para suas terras, as jovens não podem sair dali e precisam ser mortas.
A guerra chegou e reinos estão sendo tombados. No entanto, os "príncipes e princesas" conseguiram escapar e estão espalhados entre as Terras. Além das 3 princesas em poder dos Gorjans, Kiara viu seu reino sendo tombado e teve que se render, mas ela acaba fugindo com a ajuda de um dos criados, Quener.
Jemá também se rendeu, mas escapou. Já Lames foi levado por Gresys para trabalhar nas minas como escravo. Lá, o jovem vai fazer amizade com Quinon, que é filho do soberano Ramifá, de um distrito longe. Lames acaba fugindo da mina depois e se arriscado entre os labirintos das montanhas.

No Vale dos Gorjans, Nemaim está sendo condenado por levar as humanas e resolve fugir com as jovens para o Vale de Sucã. Sucã foi uma sacerdotista dos Gorjans que acabou se rebelando contra o seu povo e foi presa por Ákia, o mais antigo dos Gorjans. Sucã quer se libertar e voltar a colocar o seu poder em jogo e assim, acabar com os Gorjans.
Nemaim quer impedir isso e precisa de 3 jovens puras para lhe sacrificar e acabar com a Ordem dos Altares.

O Cinturão de Ákia caiu. Muitos morreram, e Lokar e Azelom estão dominando tudo. Será possível ainda reconquistar tudo que foi perdido? Sucã conseguirá se libertar? E os soberanos e "príncipes e princesas" perdidos irão voltar? O que o futuro aguarda para o Cinturão de Ákia? E os Gorjans, o que acontecerá com eles?
Primeiramente, não achem que falei demais, pois tudo que narrei até o momento ocorrem nas 200 primeiras páginas do livro, então ainda tem muito pano para manga. 
Resolvi não falar mais do que isso, pois se falar vai acabar um pouco com o encantamento e vocês precisam ler para sentir tudo, mas vou soltando minha opinião ao longo do texto.

Vou começar a falar um pouco dos personagens para que vocês possam entendê-los e saber mais sobre a personalidade de cada um. É claro que no livro temos inúmeros personagens, mas vou falar dos principais, daqueles que para mim, se destacaram e merecem ser mencionados.

Lamel é sem dúvidas um dos personagens com mais destaque. O jovem é conhecido como o Falcão de Ákia. Ele é um aventureiro nato, gosta de se arriscar e não seguir todas as regras que lhe são impostas. Lamel não tem muito conhecimento sobre técnicas de guerra e para sobreviver em meio a tudo que está ocorrendo, ele vai precisar mudar e ter outra visão das coisas, aprendendo a lutar.
"As peças estão ora se movendo no jogo como queremos, ora se movendo por conta própria"
Franes é uma personagem determinada. A jovem, apesar de dever se comportar como uma princesa, quando ver a guerra chegando, começa a colocar todo o seu ensinamento de anos em jogo. Ela se veste com roupas do irmão para se tornar mais ágil e quase ninguém consegue enxergar a dama por trás. Franes é corajosa, destemida e forte, ela conquista por toda a sua garra.

Nira é uma jovem que sempre viveu no palácio como uma dama. Ela foi a primeira a ser salva pelos Gorjans e acabou criando um laço, de certa forma, com Nemaim.
Barneq é a personagem que mais arranca gargalhadas do leitor, ela é completamente autêntica e com uma personalidade bem definida. Ela fala o que lhe vem a cabeça, sem medir as palavras e sabe ser forte quando necessário. Ela também nutre uma paixão por Cotã.
Kiara, apesar de ser exaltada por sua beleza e de ser considerada a mais bela do Cinturão de Ákia, também vai mostrar a sua força e mostrar que tem muito mais que beleza. Ela é inteligente e determinada, sabendo peitar alguém quando necessário.

Nemaim é o gorjam que mais iremos ter contato. Ele é diferente de todos os outros da sua espécie e sabe que isso pode lhe causar a morte, pois se assemelha a muitos humanos, tendo sentimentos tão vívidos. Ele sabe ter compaixão. Junto com Larmú ele guarda segredos que poderão por em risco muitas pessoas queridas.
Minuha, filha dos dois, vai se mostrar uma jovem forte, que sabe que deve fazer o certo pelo bem maior.
Coltheir é o gorjam irmão de Nemaim e Larmú, mas diferente dos outros, possui os piores sentimentos dos humanos. Ele é egoísta e ciumento, e isso pode significar a destruição, em qualquer lugar. Vamos conhecendo-o ao longo do livro.
"A guerra transforma-nos em seres desconhecidos da raça humana"
Délia, a soberana de Ákia, é uma mulher um tanto quanto enigmática e vai surpreender o leitor em muitas passagens. Ela vai mostrar a esperteza de uma raposa, sabendo usar as pessoas ao seu favor, em prol dos seus objetivos. 

Gresys é um homem sem escrúpulos algum e que busca se aliar aqueles que mais lhe convém, ele está interessado no poder. Alguns segredos relacionados a Gresys irão vim à tona e surpreender o leitor completamente.
Lokar é outra pessoa sem escrúpulos que só deseja poder. Ele conhece histórias sobre os Gorjans e quer as pedras preciosas dele. Lokar quer reinar e quer súditos aos seus pés.
Azelom é um homem interessante de acompanhar. Ele já sofreu com a perca de dois filhos em uma guerra, mas resolveu entrar em outra. É claro que ele deseja o poder, mas ele pode estar sendo passado para trás nesse joga de várias intrigas.
"A Saga Gorjam: Nas Terras de Ákia" é um livro muito bem trabalhado dentro do que foi proposto.
O autor criou um universo particular e soube vender cada aspecto dele, não deixando buracos ou falhas durante o trajeto. É claro que um livro de 620 páginas nos assusta no início, fiquei preocupada para saber se a partir de certo momento não teríamos a típica "encheção de linguiça", mas devo ressaltar que isto não foi encontrado.

Nas primeiras 200 páginas a leitura transcorre mais devagar, pois ainda não estamos adaptados a todas as mudanças de contextos ocorridas e os fatos estão mais lentos, sendo explicados sucintamente. Também não estamos familiarizados com tantos personagens.
A partir daqui o livro pega o ritmo e somos levados a querer ler mais e mais, em uma velocidade anormal.

O livro é narrado em terceira pessoa e passa por vários ambientes e personagens. Quem me conhece, sabe que adoro leituras assim, que abrange várias pessoas e nos mostra diferentes acontecimentos. Neste caso, não foi diferente, gostei bastante. Mas, senti falta de algumas vezes essas mudanças serem mais demarcadas.
"O poder de um líder nem sempre está na força que ele tem, mas na sabedoria que pode demonstrar"
O autor teve o cuidado de criar toda uma lenda dos Gorjans e durante o livro os detalhes sobre isso são nos dado aos poucos, com cuidado. Os gorjans são seres muito peculiares, em todos os sentidos. Sua aparência por si só já é estranha, visto que são enormes e com muitos pêlos cobrindo seus corpos. Eles ainda são seres sem sentimentos algum, não tendo divisão familiar. Por exemplo, para eles a nomenclatura "irmãos" não significa nada e muitos irmãos acabam se juntando. Cada casal só pode ter uma cria, e sempre é a fêmea que escolhe o macho, podendo-o libertar logo depois de ter uma cria e partir para outro. 
Os detalhes de como os gorjans funcionam como sociedade foram muito precisos e fundamentais, pois percebemos como a mente do Roberto funcionou e o trabalho que deve ter tido para criar tudo isto.

A partir da páginas 250 vamos ter muitas reviravoltas e confesso que não esperava a maioria delas. Cada página vai trazendo uma novidade que espanta e deixa o leitor boquiaberto. Você deve iniciar esta leitura sabendo que nem todos dizem quem são, que cada um luta por si apenas, que mortos podem estar vivos, que mentiras são soltadas facilmente e que muitos não são fiéis as suas alianças.
Os plost twist apenas vão engrandecer a obra, assim como engradecem qualquer outra. O leitor espera algo diferente, algo novo e aqui encontra exatamente isto, nada é monótomo. 

As cenas de lutas foram bem construídas, assim como as alianças construídas ao longo da obra. A partir de certo ponto muitos personagens importantes se juntam e lutam pelo que acreditam e desejam: a restituição do Cinturão de Ákia.
Os núcleos dos personagens também foram muito bem trabalhados individualmente, então não temos aquela sensação vaga de não conhecer os personagens e suas histórias. Cada um teve sua importância e sua vida contada.

Uma coisa que preciso destacar é o empoderamento feminino. Não sei se era o propósito do autor, mas ele fez personagens femininas fortes e que não fogem da raia. Para mim, são as mulheres do livro que ganham destaque e que fazem a obra se destacar.
As princesas aqui não são damas cheias de "frufrus", elas são mulheres que sabem que estão em uma guerra e vão lutar com tudo que possuem a seu dispor. O grande destaque para mim foi a Franes, que também se tornou a minha personagem favorita.
"Ela é uma brava mulher. Aquelas vestes são a sua armadura e suas armas. Sua língua é a flecha mais aguda dessa região"
Outra coisa que preciso comentar é que o autor colocou pitadas leves de romance, e gostei bastante disso, pois não costumo ver esse elemento em livros de fantasias mais bárbaras e rústicas. Os livros nacionais que li do gênero só sugeriam o romance, mas não o tratavam como foi tratado aqui.
Temos pinceladas desse romance e um em particular me agradou bastante, shippo hahaha

As hierarquias de cada grupo foi muito bem trabalhada, além dos aspectos específicos da época da história. Os homens ainda eram vistos como os grandes dominadores e as mulheres deveriam ser as damas, então esse contraponto com personagens femininas tão fortes deixa a leitura incrível.
A diferença de como as mulheres do Cinturão de Ákia eram tratadas e de como elas eram vistas no povo gorjam, também é algo interessante para análise. 

O final do livro foi bem fechado, um fato que gostei bastante. O autor vai publicar as sequências, mas pelo que senti, será baseado realmente na continuação da história, não especificamente com os mesmos personagens (só lendo para entenderem melhor).

O ser humano é feito de maldade e do desejo de poder. É claro que sentimentos bons e puros existem, mas muitos se deixam consumir pelo lado ruim. Quando o poder está em jogo não existem alianças, não existem pessoas lutando pelo mesmo interesse, existem pessoas querendo sobreviver e sair com seus interesses intactos. 
Seres que podem ser considerados monstruosos talvez tenham uma hierarquia mais trabalhada, mesmo com a ausência de sentimentos. Talvez tudo que o ser humano precisa é se livrar do poder, para que a paz um dia possa reinar.

Super recomendo a leitura e espero que tenham gostado de conhecer a obra. Super indico para os amantes de uma boa fantasia, com uma história muito bem construída.
Espero que tenham gostado da resenha e amanhã tem mais saindo por aqui, fiquem ligadinhos!

Para saber mais sobre a obra, acompanhe o autor em seu Instagram !

Beijos da Lice

20 Comentários

  1. Oi Alice, tudo bem?
    Menina que livro cheio de conteúdo esse hehehehe, te confesso que eu ia me perder bonitinho entre Ákia e Asilé, e claro na quantidade de personagem que a história tem, também em chamou atenção.
    Saga de Gorjam não é um tipo de leitura que me chama atenção, exatamente porque iria me perder, mas vou enviar a resenha para uma colaboradora minha, ela ama Mundos diferentes, e acho que será um bom livro para ler.

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  2. olá , tudo bem ? super dica , o livro tem tudo que uma boa leitura pode nos proporcionar , drama, humor, lágrimas,tensão, paixão, sangue, traição e guerras. Não conhecia o livro e nem o autor , obrigada por compartilhar . Bjsss

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  3. Confesso que como leitora que sou eu li pouquíssimas fantasias, são muito poucas as que me chamam atenção, mas gostei da ideia da guerra e do triângulo amoroso, talvez eu leia... Muito sucesso

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  4. Menina quanta coisa que acontece nesse livro ein? E tudo só fez com que o livro parecesse ser ótimo de se ler. Fantasia é um gênero que gosto muito e sempre me pego colocando vários livros na minha lista (Que já é enorme haha), talvez este também entre nela também..

    Amei as fotos que você usou na resenha tambem e as citações parecem pra lá de interessantes!!

    Ótimas leituras pra ti!

    Ritch, Conta-se um Livro

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  5. Oi Alice! Ai, achei incrível a premissa desse livro. Pode não ter mt a ver, mas me lembrou um pouco O Senhor dos Anéis. Não sei se foram os nomes e tals rs
    Eu adoro livros de fantasia e tenho visto bastante indicação legal aqui no seu blog.
    E gostei de saber do empoderamente feminino. Estamos muito nessa época e dou valor quando um autore retrata isso.
    Adorei a resenha e as fotos. Beijos

    https://almde50tons.wordpress.com

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  6. Eu amo fantasias, mas fico com pé atrás, quando o livro tem mitos personagens e acontecimentos misturando-se. Mas amei conhecer mais um autor e fantasia, vou aguardar sua resenha da continuação, quem sabe eu não me anime mais :) . Parabéns pela resenha bem descritiva.

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  7. Eiii, to lendo esse livro também e amando. Gostei da sua resenha, bem detalhada, assim como o livro. O Lamel é o personagem masculino que mais gosto e a Franes, a feminina. Uma das coisas que gostei muito na obra é que o Roberto soube construir bem a identidade de cada personagem e vemos isso se mantendo ao longo do livro.
    Um beijo,
    eusouumpoucodecadalivroqueli.blogspot.com.br

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  8. Dificilmente uma fantasia assim, com tantos elementos e um enredo tão complexo me prende.

    www.estante450.blogspot.com.br

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  9. Caramba, realmente parece ser um universo bem rico e bem trabalhado. Definitivamente ele entrou na minha listas de leituras, adoro essas fantasias, além de ser mega importante a gente valorizar esse genero que é tão "esquecido" na literatura nacional.
    Abraços
    desconstruindooverbo.com.br

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  10. Oi, Alice!
    Menina eu confesso que livro com mais de 500 páginas me assustam profundamente. Esse, além de ter tantas páginas, tem muita informação. Eu me perderia bem fácil, principalmente com esses nomes difíceis (inclusive isso me incomoda um pouco. Mas é lindo quando o autor consegue trabalhar bem o mundo que criou sem deixar a desejar, acho que isso reflete muito também no prazer do leitor durante a leitura.

    Bjão.
    Diego, Blog Vida & Letras
    Também estou no IG: @vidaeletras
    www.blogvidaeletras.blogspot.com

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  11. Olá, Alice!
    Meu Deus, dizer que fiquei interessado na leitura é pouco. Adoro essas fantasias em que o autor mergulha totalmente dentro de sua mente para construir um novo universo. Já adicionei aos desejados!

    Abraço,
    Lupi Literatus

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  12. Oiiie,
    Um dos meus gêneros favoritos, eu gosto desse tipo de livro e olha que fiquei curiosa pela história, na verdade eu já gostei até da sinopse do livro rsrs em 2018 pretendo fazer uma listinha então obrigada pela recomendação <3

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  13. Uaau, eu nunca havia ouvido falar desse livro, mas só pela sua resenha eu já me encantei demais. Preciso pra ontem!

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  14. O enredo do livro parece ser bem interessante, a sua resenha ficou muito boa (apesar de extensa), mas eu senti que a história tem muito emoção, sabe aqueles livros que você não consegue parar de ler? Eu gosto de história agitada e com certeza vou ler esse livro.

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  15. Meu gzuis q livro é esse hein, resenha enormeee kkk e o livro super cheio de acontecimentos e esses nomes de personagens q eu nunca iria decorar kkk

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  16. Oii, tudo bem?
    Eu confesso que faz tempo que não leio um livro nessa vibe de reis, principes e castelos e agora bateu a saudade rsrs, mas 620 paginas assusta um pouco em? mas confesso que gostei da sua resenha e vou procurar mais sobre o livro.

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  17. Parabéns Alice pelo panorama descritivo da trama (embora a gente saiba que ainda tenha tantas surpresas no enredo - spoiler off) e pela resenha crítica elaborada com conhecimento próprio de uma gnoma. Resenha versátil, embora densa, mas a obra assim exige. Um honra ter feito parceria com você e partilhar minha primeira obra com seus leitores e seguidores, os quais, espero que adquiram o livro tirem suas próprias conclusões. Nas Terras de Ákia é só o primeiro volume da trilogia. Ah, os outros dois giram em torno de 360 páginas cada. Não assusta tanto. Abraços a todos e querendo ter contato comigo, me chamem no direct.

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  18. Olá
    Uau parece um livro e tanto, gosto muito de fantasia ainda mais com uma história tão cheia de detalhes, com guerras, artimanhas, vários personagens, o mundo parece ser bem detalhado. Fique bem curiosa.

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  19. adorei a premissa do livro e amo livros contém lutas e guerras rica em detalhes. Amei mesmo a resenha, muito bem feita.
    bjo

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